Saúde

Muda calendário de cobertura de vacinas, alerta Vigilância Epidemiológica

27 Fevereiro 2018 10:22:00

As vacinas e calendários alterados são a do HPV

O Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, alterou o calendário de vacinação e é importante que pais e responsáveis fiquem atentos, informa a responsável pela Vigilância Epidemiológica de Maracajá, Silvana Bilésimo.

As vacinas e calendários alterados são a do HPV, que oferece cobertura preventiva contra 70% dos tipos de cânceres de colo de útero, que passa a ser ofertada a meninos de 11 a 14 anos 11 meses e 29 dias.

A vacina Meningocócica C, utilizada para prevenir as doenças provocadas pela bactéria Neisseria meningitidis do sorogrupo C, que pode ser a causa de infecções graves, as vezes, até fatais, como a meningite e a sepse. Disponível para meninos e meninas de 11 anos a 14 anos 11 meses e 29 dias;

A vacina contra a Varicela é para crianças de 4 a 6 anos 11 meses e 29 dias e a Tetra Viral, que imuniza contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora, para crianças a partir de 15 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias;

 A vacina que combate a febre amarela está disponível como rotina para crianças de 9 meses a 10 meses e 29 dias. Para pessoas que viajarão para áreas de recomendação da vacina, ela é aplicada toda sexta-feira no período da manhã, pois ela tem validade de apenas seis horas após abertura do frasco. Pessoas com mais de 59 anos de idade precisam de autorização médica para serem vacinadas contra a febre amarela.

Conforme Silvana, lamentavelmente, as vacinas necessárias a adultos e adolescentes (Hepatite B, Tétano e Tríplice Viral para sarampo, caxumba e rubéola) têm baixa procura. "Vacina é prevenção e deve ser feita o quanto antes, pois a imunização se dá após 15 dias da aplicação", explica.

A responsável pela Vigilância Epidemiológica de Maracajá Informa, ainda, que as vacinas BCG feita em bebês ao nascer (serve para criar imunidade e agir contra as infecções. É a principal responsável pela defesa do corpo contra a tuberculose) e a Pentavalente feita aos 2, 4, 6 meses protege o bebê contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Poliomielite inativada, e as doenças causadas por Haemoplilus influenzae tipo b), que são de responsabilidade do governo federal, estão em falta conforme a nota informativa nº 134-SEI/2017 e sem previsão para regularização.


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